Matéria publicada no Jornal do SINDFESP em 2008, mas que continua sendo uma importante reflexão para todos os fazendários do estado de São Paulo até hoje, sendo que não conseguimos efetivar essas idéias na época e agora passados mais quatro anos, temos uma nova chance, portanto peço aos colegas um exame de consciência e participem acreditando em si mesmos.
Uma simples observação através das últimas duas décadas, nos leva a entender o porque das carreiras fazendárias estarem num processo de extinção, ou será que a falta de concursos e o gradativo envelhecimento dos quadros fazendários são mera coincidência. Porque apenas uma categoria tem sido contemplada com reposição de seus quadros? Porque a administração não cria um plano de carreira que valorize seus atuais funcionários? Porque as faixas salariais dos fazendários paulistas em relação a secretarias de outros Estados do Brasil, com um Produto Interno Bruto bem inferior ao Estado de São Paulo é extremamente menor? Será que os fazendários paulistas tem menos qualidade que os fazendários de outros Estados da Federação? Porque o atual governo cria duas carreiras sem resolver a situação das já existentes?
Creio que essas e muitas outras perguntas não foram respondidas, em parte devido a demagogia política, que no Brasil tornou-se uma instituição, por outro lado a inércia de cada um somado a falta de consciência política generalizada que deposita apenas aos sindicatos, a incumbência de fazer acontecer algo que na verdade só pode ocorrer dentro de um projeto coletivo. O bordão dos antigos filmes dos três mosqueteiros, “Um por todos e todos por um” nunca foi tão verdadeiro, e pasmem não conseguimos imitá-los.
O corporativismo de uma carreira é indispensável como pressuposto básico para o sucesso, haja vista o exemplo dos colegas fiscais de renda, que participam ativamente de todas as oportunidades que possam elevar sua categoria e assim torná-los indispensáveis no exercício de suas funções.A necessidade de uma participação mais ativa, tanto internamente discutindo nosso destino com a administração, quanto participando como cidadãos em organizações não governamentais de caráter social e ambiental são de suma importância, que no conjunto fazem a diferença.A questão ainda não muito bem compreendida pelos colegas, de termos uma representação política mais adequada, que possa contribuir não sómente no âmbito fazendário, mas com toda a sociedade, impede de demonstrarmos a todo povo de São Paulo, a importância dos fazendários como servidor público. Teremos em 2008, eleições municipais em todo território nacional, e seria importante que todos os colegas fazendários que estiverem filiados em algum partido político com um ano antes da data do pleito, participassem de todo o processo como candidatos e assim representar dignamente os cidadãos de seus respectivos municípios, criando as bases fundamentais para elegermos futuros Deputados Estaduais que sem dúvida alguma irão auxiliar o governador e o povo de São Paulo em suas necessidades.No ano passado tivemos dois candidatos TAATS postulando uma cadeira na Assembléia Legislativa de forma heróica, que poderiam estar eleitos se cada funcionário com seus familiares, amigos e demais conhecidos, estivessem engajados de forma corporativa e consciente da importância dessa representação para o futuro de nossa carreiras.Evidentemente não é a única solução, mas como já deu para observar, um sindicato forte, uma representação na assembléia e a união pela sobrevivência, é o caminho para sensibilizar e conquistar nossos objetivos, afinal, se fosse fácil ficaríamos em casa esperando.Peço que reflitam antes que chegue a aposentadoria, e ai não teremos mais força para mudar nossa realidade.Quem quiser colocar a mão na massa e precisar de uma assessoria, estaremos a disposição para apontar os caminhos, mas sem dúvida não podemos esquecer que o “projeto de sobrevivência” deve ser realizado por todos indistintamente sem nenhum tipo de discriminação funcional ou pessoal, porque é pegar ou largar, sem culpas ou culpados, mas todos dividindo as responsabilidades.NELSON RODRIGUES.
COMO AMBIENTALISTA E DIRETOR SINDICAL, TEREI COMO PRIORIDADE DEFENDER OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E A REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA, DENTRO DO CONCEITO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, OU SEJA, AMBIENTALMENTE CORRETO, SOCIALMENTE JUSTO, CULTURALMENTE ACEITO PELA SOCIEDADE E FINANCEIRAMENTE VIÁVEL COMO PREMISSAS DE UM NOVO PARADIGMA PARA O SÉCULO 21.
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Projeto "Óleo na Feira"
O projeto " Óleo na Feira" iniciou no dia 12/03/2010, com a presença do Secretário do meio ambiente e vários técnicos da Secretaria do meio ambiente que acompanharam o lançamento do projeto, após a realização de projeto piloto no ano passado, portanto já completou três meses de atividade, e estaremos fazendo relatórios mensais para acompanhar a evolução da coleta em Santos.
O projeto esta sendo realizado em todas as feiras de Santos de acordo com a programação estabelecida no organograma, que esta sendo veículada através de material impresso distribuido para ao público.
A educação ambiental é desenvolvida no contato permanente com os frequentadores das feiras no sentido de mudar hábitos e comportamentos prejudiciais ao meio-ambiente e ao ser humano.
A idéia do projeto surgiu em 2008 quando passava pela barraca de venda de pastel, onde tinha latões de óleo comestível ao lado da barraca. É importante ressaltar que o projeto obteve parecer favorável da secretaria do meio ambiente de Santos, e recebeu congratulações da Câmara Municipal de Santos, pelos benefícios que oferece a população.
As pessoas interessadas em saber quais os procedimentos e os dias e a feira onde poderá levar seu óleo comestível já utilizado para reciclagem é so me ligar no fone : 91 66 20 57
Obrigado por sua atenção, Nelson Rodrigues.
O projeto esta sendo realizado em todas as feiras de Santos de acordo com a programação estabelecida no organograma, que esta sendo veículada através de material impresso distribuido para ao público.
A educação ambiental é desenvolvida no contato permanente com os frequentadores das feiras no sentido de mudar hábitos e comportamentos prejudiciais ao meio-ambiente e ao ser humano.
A idéia do projeto surgiu em 2008 quando passava pela barraca de venda de pastel, onde tinha latões de óleo comestível ao lado da barraca. É importante ressaltar que o projeto obteve parecer favorável da secretaria do meio ambiente de Santos, e recebeu congratulações da Câmara Municipal de Santos, pelos benefícios que oferece a população.
As pessoas interessadas em saber quais os procedimentos e os dias e a feira onde poderá levar seu óleo comestível já utilizado para reciclagem é so me ligar no fone : 91 66 20 57
Obrigado por sua atenção, Nelson Rodrigues.
Proibição das sacolas plásticas
Sábado, 13 de março de 2010 - 07h40
Santos
Lei que proíbe o uso de sacos plásticos entra em vigor em 6 meses
Renato Santana
As famosas sacolinhas devem ser substituídas por sacolas biodegradáveis
Em seis meses, Santos deverá estar livre dos sacos plásticos comuns. É que foi publicada na sexta-feira, a Lei nº 2.684 que obriga estabelecimentos comerciais a usarem embalagens plásticas biodegradáveis ou reutilizáveis. A nova regra havia sido aprovada pela Câmara no dia 4 de fevereiro.
O projeto de lei, de autoria do vereador Manoel Constantino (PMDB), havia sido enviado ao prefeito João Paulo Papa pedindo a substituição das sacolas comuns por oxibiodegradáveis. No final, acabou sendo publicada como biodegradável, considerada melhor pelos ambientalistas.
O Executivo regulamentará a lei em 60 dias. A medida coloca Santos no grupo das cidades preocupadas com um dos maiores males ao meio ambiente, que polui mangues e mares e entope bueiros nos grandes centros. As sacolas plásticas comuns demoram cerca de 300 anos para se decompor na natureza, além de liberar toxinas.
As sacolas biodegradáveis, ao contrário, levam poucos meses para desaparecer no meio ambiente, decompondo-se por microorganismos. Seus resíduos não são tóxicos. Para os ambientalistas, essa é uma vitória significativa na luta contra a degradação da natureza.
"Atende às nossas necessidades ambientais contra um problema muito sério", afirmou o ambientalista Nelson Rodrigues. Para ele, que semanas antes da lei ser sancionada enviou um ofício ao prefeito João Paulo Papa pedindo a aprovação do material biodegradável, é uma recompensa aos grupos que sempre lutaram pela substituição das sacolas de plástico utilizadas nos estabelecimentos comerciais da Cidade.
Tema polêmico, o material biodegradável não agrada a indústria produtora de sacolas plásticas. Há, também os que defendem as sacolas oxibiodegradáveis, que é um tipo híbrido de decomposição química e natural, e a oxidegradável, que só se desintegra no meio ambiente por processo químico.
O descumprimento da lei acarretará ao infrator multa no valor de R$ 1 mil.
SECRETÁRIO
O secretário de Meio Ambiente, Fábio Nunes, o Professor Fabião, diz ser de grande importância a substituição institucionalizada na forma de lei: "Isso ajuda o consumo consciente e coloca Santos num rumo bacana de direção na política ambiental".
A Secretaria de Meio Ambiente pretende agora envolver o empresariado santista na nova forma de acondicionamento de produtos.
Na segunda-feira, Fabião irá para Piracicaba conhecer um projeto da rede de supermercados Carrefour chamado Sacolas Zero. "Outra coisa é que estamos fazendo contato com a indústria de bioplástico, onde o material é feito de mandioca, milho, para estudar algumas possibilidades de convênios".
Fonte: Jornal A Tribuna
Santos
Lei que proíbe o uso de sacos plásticos entra em vigor em 6 meses
Renato Santana
As famosas sacolinhas devem ser substituídas por sacolas biodegradáveis
Em seis meses, Santos deverá estar livre dos sacos plásticos comuns. É que foi publicada na sexta-feira, a Lei nº 2.684 que obriga estabelecimentos comerciais a usarem embalagens plásticas biodegradáveis ou reutilizáveis. A nova regra havia sido aprovada pela Câmara no dia 4 de fevereiro.
O projeto de lei, de autoria do vereador Manoel Constantino (PMDB), havia sido enviado ao prefeito João Paulo Papa pedindo a substituição das sacolas comuns por oxibiodegradáveis. No final, acabou sendo publicada como biodegradável, considerada melhor pelos ambientalistas.
O Executivo regulamentará a lei em 60 dias. A medida coloca Santos no grupo das cidades preocupadas com um dos maiores males ao meio ambiente, que polui mangues e mares e entope bueiros nos grandes centros. As sacolas plásticas comuns demoram cerca de 300 anos para se decompor na natureza, além de liberar toxinas.
As sacolas biodegradáveis, ao contrário, levam poucos meses para desaparecer no meio ambiente, decompondo-se por microorganismos. Seus resíduos não são tóxicos. Para os ambientalistas, essa é uma vitória significativa na luta contra a degradação da natureza.
"Atende às nossas necessidades ambientais contra um problema muito sério", afirmou o ambientalista Nelson Rodrigues. Para ele, que semanas antes da lei ser sancionada enviou um ofício ao prefeito João Paulo Papa pedindo a aprovação do material biodegradável, é uma recompensa aos grupos que sempre lutaram pela substituição das sacolas de plástico utilizadas nos estabelecimentos comerciais da Cidade.
Tema polêmico, o material biodegradável não agrada a indústria produtora de sacolas plásticas. Há, também os que defendem as sacolas oxibiodegradáveis, que é um tipo híbrido de decomposição química e natural, e a oxidegradável, que só se desintegra no meio ambiente por processo químico.
O descumprimento da lei acarretará ao infrator multa no valor de R$ 1 mil.
SECRETÁRIO
O secretário de Meio Ambiente, Fábio Nunes, o Professor Fabião, diz ser de grande importância a substituição institucionalizada na forma de lei: "Isso ajuda o consumo consciente e coloca Santos num rumo bacana de direção na política ambiental".
A Secretaria de Meio Ambiente pretende agora envolver o empresariado santista na nova forma de acondicionamento de produtos.
Na segunda-feira, Fabião irá para Piracicaba conhecer um projeto da rede de supermercados Carrefour chamado Sacolas Zero. "Outra coisa é que estamos fazendo contato com a indústria de bioplástico, onde o material é feito de mandioca, milho, para estudar algumas possibilidades de convênios".
Fonte: Jornal A Tribuna
BALNEABILIDADE DAS PRAIAS
BALNEABILIDADE DAS PRAIAS
Santos - Período de Amostragem: 13/06/2010 - 21/06/2010
Ponta da Praia: Própria
Boqueirão: Imprópria
José Menino - R. Fred. Ozanan: Própria
Aparecida: Própria
Gonzaga: Própria
Embaré: Própria
José Menino - R. Olavo Bilac: Própria
Fonte: CETESB
Santos - Período de Amostragem: 13/06/2010 - 21/06/2010
Ponta da Praia: Própria
Boqueirão: Imprópria
José Menino - R. Fred. Ozanan: Própria
Aparecida: Própria
Gonzaga: Própria
Embaré: Própria
José Menino - R. Olavo Bilac: Própria
Fonte: CETESB
TÁXI ELÉTRICO
Veículos
A- A+ Segunda-feira, 19 de abril de 2010 -
Modelo Milão
Volkswagen mostra táxi elétrico na Alemanha
G1
Os primeiros veículos elétricos da Volkswagen estão previstos para chegar em 2013, mas além dos carros de uso individual, a marca alemã também estuda veículos de transporte público movidos a eletricidade. O primeiro exemplo é o conceito Taxi Milano apresentado nesta segunda-feira, na Feira Industrial de Hannover, na Alemanha.
O nome e as cores verde e preto da carroceria são uma homenagem da fabricante à capital da moda Milão, onde os táxis eram pintados nessas cores. O alvo do veículo elétrico são as grandes cidades como Milão, Berlim, Nova York, Pequim, Cidade do Cabo, Londres, Moscou ou Tóquio.
O Taxi Milano tem motor elétrico de potência máxima de 85 kW, o que permite que o carro atinja a velocidade máxima de 120 km/h. Graças a capacidade de armazenar energia e ao baixo peso (1.500 kg), o carro tem até 300 km de autonomia, dependendo do modo de condução. As baterias têm 80% da carga em pouco mais de uma hora na tomada.
Entre as inovações, o conceito traz portas dianteiras que deslizam para facilitar a entrada dos passageiros e não atrapalhar o trânsito. O veículo tem 1,60 metros de altura, 3,73 metros de comprimento e 1,66 metros de largura. A área envidraçada é enorme, o que inclui teto de vidro, para criar mais espaço no interior.
O banco do lado do motorista foi retirado para dar lugar para malas e bagagens ou permitir que o passageiro do assento de trás estique completamente as pernas. No encosto do banco do condutor há um tela de 8 polegadas que informa aos ocupantes preço da viagem e oferece a opção de pagar com cartão de crédito por meio de um leitor de cartão.
O sistema fornece ainda informações sobre pontos turísticos ao longo do percurso, dados de navegação (visão geral da rota, percurso restante e hora de chegada), dados meteorológicos e controle do ar-condicionado na parte traseira do veículo.
Para o taxista, uma tela com o mesmo tamanho no console central reúne as funções do taxímetro, abertura das portas, computador de bordo, sistema de navegação, fluxo de energia do motor, controle climático, rádio táxi e telefone. Para não distrair o taxista, os dados podem ser redirecionados para o painel de instrumentos.
Fonte: Jornal A tribuna de 19/04/2010
A- A+ Segunda-feira, 19 de abril de 2010 -
Modelo Milão
Volkswagen mostra táxi elétrico na Alemanha
G1
Os primeiros veículos elétricos da Volkswagen estão previstos para chegar em 2013, mas além dos carros de uso individual, a marca alemã também estuda veículos de transporte público movidos a eletricidade. O primeiro exemplo é o conceito Taxi Milano apresentado nesta segunda-feira, na Feira Industrial de Hannover, na Alemanha.
O nome e as cores verde e preto da carroceria são uma homenagem da fabricante à capital da moda Milão, onde os táxis eram pintados nessas cores. O alvo do veículo elétrico são as grandes cidades como Milão, Berlim, Nova York, Pequim, Cidade do Cabo, Londres, Moscou ou Tóquio.
O Taxi Milano tem motor elétrico de potência máxima de 85 kW, o que permite que o carro atinja a velocidade máxima de 120 km/h. Graças a capacidade de armazenar energia e ao baixo peso (1.500 kg), o carro tem até 300 km de autonomia, dependendo do modo de condução. As baterias têm 80% da carga em pouco mais de uma hora na tomada.
Entre as inovações, o conceito traz portas dianteiras que deslizam para facilitar a entrada dos passageiros e não atrapalhar o trânsito. O veículo tem 1,60 metros de altura, 3,73 metros de comprimento e 1,66 metros de largura. A área envidraçada é enorme, o que inclui teto de vidro, para criar mais espaço no interior.
O banco do lado do motorista foi retirado para dar lugar para malas e bagagens ou permitir que o passageiro do assento de trás estique completamente as pernas. No encosto do banco do condutor há um tela de 8 polegadas que informa aos ocupantes preço da viagem e oferece a opção de pagar com cartão de crédito por meio de um leitor de cartão.
O sistema fornece ainda informações sobre pontos turísticos ao longo do percurso, dados de navegação (visão geral da rota, percurso restante e hora de chegada), dados meteorológicos e controle do ar-condicionado na parte traseira do veículo.
Para o taxista, uma tela com o mesmo tamanho no console central reúne as funções do taxímetro, abertura das portas, computador de bordo, sistema de navegação, fluxo de energia do motor, controle climático, rádio táxi e telefone. Para não distrair o taxista, os dados podem ser redirecionados para o painel de instrumentos.
Fonte: Jornal A tribuna de 19/04/2010
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